Cansei dos anos 80
   
No inicio era uma maravilha, tudo muito bonitinho, tudo muito coloridinho, muita festa, velhas caras, “artistas” decadentes, outrora ídolos. A mi$$ão era de ativar na nossa memória os antigos sucessos da infância, as roupas (loucas) daquela década, o ursinho pimpão, He-Man, chiclete Ploc, etc. Ahhhhhh agora não agüento mais!!!!
Aqui estas festas são chamadas de “vinte e poucos anos”, mas do mondo como essa febre anda se prolongando daqui a pouco serão denominadas “trinta e poucos anos” daí o que vai ter de gente dizendo desconhecer Simony & Cia vai ser enorme.
Quem me conhece deve estar estranhando esse post, já que sou tão nostálgico, mas eu gosto das coisinhas aqui na minha cabeça, do mondo como elas realmente eram em suas épocas... acho deprimente ver o lixo que se transformou aqueles veeeeeeeelho ídolos. Prefiro o youtube, esse sim é fiel!! Já fico vendo as paquintas de muleta cantando “quem quer pão, pão, pão, pãos..” ah, minha gente, não dá.
Pobres almas, enjoei!!!
Escrito por Rocco às 21h53
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Vontade de não sei o que..

Sobre essa coisa de inspiração para escrever, acho que é característica do ser humano (ou minha, sei lá) de escrever melhor quanto estamos excitados, agitados ou reflexivos, baixo astrais. Quando nenhum desses estados é dominante, somos limitados a escritas nota média.. (alias, o título deste post deveria ser “ensaio sobre a escrita em blogs”).
Que necessidade essa nossa de compartilhar, através da escrita os nossos sentimentos, os nossos momentos. Porque buscamos tanto essa coisas de colocar pra fora nossos sentimentos? Acho que tudo poderia ficar guardado numa caixinha, num lugar bem escondidinho de nossa cabeça ou no nosso esquecimento.
É um final de tarde do meu day work free, bate uma leve brisa fria, não típica de primavera, as lembranças vêm na minha cabeça, os dedos trabalham, os tic-tacs das teclas se confundem com a trilha sonora. Pensamentos? esses voam, vão pra bem longe. Pessoas, fatos, coisas, datas tudo é real e recente, tudo fervilha e faz meu eu. Cabeça confusa, vontade as vezes de não fazer nada, ficar bem quietinho num canto, ouvindo uma música não alegre que me transporte para um lugar onde o nada seja o tudo.. que confuso, será que preciso de análise?
Quero assistir “Pedrinha de Aruana”.
Trilha sonora: Minha herança, uma flor (Vanessa da Mata)
Mascara Negra (Vânia Abreu e Marcelo Quintanilha)
Escrito por Rocco às 18h16
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